sábado, 12 de maio de 2012

FOLHETIM

Andei lendo Machado de Assis, que deveria ter entrado para a posteridade como "Machado, o Irônico". Seu texto é de uma fineza, de um humor e de uma profundidade tão brasileira que invejei bem gostoso. E fiquei pensando em como devia ser escrever um folhetim, os sucessivos capítulos vindo nas edições de cada dia. Eu que apenas (ainda) arranho a prosa, não poderia fazer uma novela assim, com tantas partes divididas em tantos dias. Mas tudo bem, sem culpa: vivemos em tempos curtos. Arrisco então uma espécie de mini-série, dois ou três partes de um conto longo. Não vo escrevê-los conforme as postagens - o conto já existe. Só vou colocá-lo aos poucos, para dar desejo em quem lê. Vem aí....................................................................
LONGA METRAGEM

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